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2018/09/17

Lido algures por aí

O amor engorda, a paixão é que emagrece!
Talvez por isso perder os 40kg que tenho a mais seja mais uma utopia que um objectivo

2016/06/08

Mula, o que te trouxe o carteiro?

Minha querida Mula, tarda nada és oficialmente uma Mula casada. E o homem que te levou certamente saberá melhor que eu a sorte que tem em te ter como esposa. O que eu pretendo com este singelo post é que tu tenhas noção do quão maravilhosa e especial és, para fazeres com que a malta se tenha ajuntado como ajuntou para te fazer esta surpresa.

São pessoas que não conheces de lado nenhum, com quem trocas apenas algumas palavras e muitas baboseiras. Mas são pessoas que ficam com o seu dia ainda mais completo sempre que o fazem. E que por isso perderam o seu tempo a fazerem posts por tua causa! Da minha parte, acho que está tudo dito, até porque já trocámos emails, comentários e gargalhadas suficientes para saberes mais ou menos aquilo que me vai na bolha e aquilo que penso de ti.

Muitas felicidades, minha querida. Que gozes muito a vida de casada. Que sejas muito, tremendamente, imensamente feliz. Que com esta alteração de estado civil tudo aquilo que desejas se proporcione num futuro (mais ou menos) próximo. Euromilhões incluído!

Um grande beijo deste que te quer muito bem,
Silent Man

2016/05/19

Ficção Pura #2

Saudade

Prólogo: Saudade é aquela palavra que só em Portugal e em Português é que faz sentido. Porque só quem vive cá e quem nasceu cá consegue realmente compreender o que é este sentimento. É que nem sequer um Brasileiro ou um Angolano conseguirão explicar da mesma forma.
Saudade não é só aquela dor no peito que sentimos quando nos lembramos de algo bom que não temos/vemos/sentimos/comemos há demasiado tempo. É mais que isso. Eu não sei como traduzi-lo em palavras.

Ficção: Hoje tenho saudades de ti. De te abraçar, de gargalhar contigo. Do entrar em loop que tanto te caracteriza, dos teus sussurros no meu ouvido, das tuas palavras porcas e dos teus gritos que não eram de socorro.
Relembro com saudade o momento em que tudo começou, numa praia na Costa da Caparica. Os meus olhos trespassavam o teu bikini, a tua companhia sentiu-se incomodada e veio pedir satisfações. Calmamente tive que explicar que o problema não era meu nem dele, mas sim teu que com a tua beleza paravas a praia. Com o teu bikini às riscas coloridas partias pescoços e corações. Como a explicação só agradou a um de vocês, a discussão que estalou a seguir favoreceu-me. Desculpei-me e ofereci-me para ser nova companhia, ao que respondeste que só o autorizarias depois de te pagar uma cerveja bem gelada.
A cerveja levou a uma troca de números de telefone e da conversa subsequente soube finalmente o que te caracterizava. O humor negro, sarcástico, quase cáustico e meio corrosivo. O teu feitio de malvada. O teu coração mole. Em poucas horas fiquei louco.
Já ao fim do dia, chegado a casa, pensei em mandar-te uma mensagem mas não quis parecer demasiado pressionante. Quando pensava com carinho nos frescos lençóis da minha cama, o telefone vibra e o ecrã ilumina-se. Pensava que ia ter novidades tuas, mas parece que afinal não sou boa companhia, li. Duas horas depois tocava-te à campainha, depois de cinquenta quilómetros feitos a velocidade moderada e agarrado ao telefone.
Foi a última vez que te vi ou que trocámos mensagens.

2016/03/31

Ficção pura... O Frio


Sábado ao fim da tarde.

Acordei e estava frio. Precisava de algo que me aquecesse. Procurei no meu íntimo pela sensação que melhor e mais depressa me aqueceria, uma vez que a roupa era insuficiente. Descobri que seria o prazer. E entreguei-me à procura desse mesmo prazer. 

Saí de casa e fui ao melhor restaurante da cidade. Pedi o melhor prato da casa, acompanhei-o com o melhor vinho, terminei com a melhor sobremesa. Não foi suficiente, o frio não me abandonou, antes aumentou, como se o estômago em vez de cheio de uma opípara refeição, estivesse cheio de pedras de gelo.

Fui a um bar. Pedi a minha bebida preferida, acompanhada de um cigarro. Isto sim, havia de me aquecer. Debalde, o frio não diminuiu, antes piorou uma vez que ao frio se juntou a neblina provocada pelo consumo do álcool.
Telefonei a um amigo, que me aconselhou a melhor discoteca. Dirigi-me lá e encontrei-o à porta à minha espera. Entrámos e dançámos, fumámos e conversámos. O frio? Continuou lá, desta vez encapotado pelo lusco-fusco do espaço mal iluminado e, qual Wally, invisível devido aos muitos corpos que se meneavam ao som da música animada que troava das colunas.

Dirigi-me ao bar, pedi mais uma bebida e olhei em volta. Uns gélidos olhos azuis captaram a minha atenção. A dona desses olhos sorria para outro homem com ar desinteressado. De repente, olha para mim e clama por socorro em silêncio. Tamborila no balcão, um pedido de ajuda na ponta dos dedos. Peço ao empregado mais uma bebida colorida e dirijo-me aos olhos azuis com um sorriso aberto “Era esta bebida que querias? Desculpa se demorei muito mas o empregado enganou-se no cocktail e teve que repetir tudo”. Ao sorriso franco que se seguiu, o outro homem baixou os olhos, desculpou-se e saiu de cena rapidamente.

Da animada conversa não resulta um nome ou um número de telefone. Apenas calor. O importante é que o meu frio está apaziguado. E que a minha noite não vai ser solitária.

2016/03/30

Housekeeping na blogosfera

Hoje de manhã fiz uma limpeza ao meu Feedly... E pela primeira vez em 5 anos aconteceu um fenómeno interessante...


Estou a seguir menos de 50 blogs e não tenho nada para ler, agora. Alguém me quer dar dicas de bons blogs? Estou aberto a sugestões!

Enquanto elas não chegam olha...

 
Ouve-se música de qualidade...

Obrigado