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2015/09/03
2015/08/07
2015/07/03
2015/06/02
Ontem foi dia da Criança
Estivemos a ver o Madagascar 2 até às 22h, depois o miúdo resolveu que fixe fixe era infernizar a vida aos pais. Então às 23:30 (três vezes), às 2:30 (duas vezes), às 5:00 (quatro vezes), 6:30 (uma vez) e às 7:35 (definitivamente), o miúdo acordou. Bebeu biberon das três primeiras vezes e da última já queria era conversa e brincadeira.
Hoje estou aqui que nem posso com sono. E está aqui o dia mais complicado do mês!
É assim...
2015/05/26
E o puto a comer pêssego?
Dez minutos a chuchar num gomo e ai de alguém que lhe tirasse aquilo das mãos...
2015/05/25
Achievement
5 meses e dois dias, a pediatra pediu para começarmos a ajudar o bebé a rebolar, para começar a ginástica.

Dez dias depois, bebé G. rebolou três vezes sozinho consecutivas e mais três com ajuda!

2015/05/15
Que grande susto, bebé G.
Deixei o miúdo na sala a ver BabyTv e fui despachar-me. Estava no quarto a vestir-me e a falar com a T e ouvimos nho-nho-nho vindo da sala, ao que ela diz, vais lá?
Chego à sala e o miúdo está a falar com a televisão. Pergunto-lhe... "Então filho?" e ele dá um pulo na cadeira e fica a olhar para mim com cara de chateado.
Depois olha para a tv e continua a ver o seu programa descansado... A rir-se! Pai malvado... A interromper o programa do filho! Com 5 meses senhores. 5 meses!
2015/05/09
Ser pai é...
Levar com um xixi enorme mesmo em cheio, às 4 da manhã, quando o puto precisa de mudar a fralda!
2015/05/02
2015/04/23
O meu filho já tem desenhos animados preferidos...
Os ratinhos começam a dançar e ele fica maravilhado a olhar...
Agora que o miúdo dorme, podemos falar sobre o que eu acho disto de ser pai...
Tem sido uma experiência interessante, esta dos últimos quatro meses. Ser pai é uma sensação ainda mais cool do que eu imaginava. Primeiro, ter um ser tão pequenino e frágil na mão desde o primeiro dia, vê-lo nascer, vê-lo e ouvi-lo a dar o primeiro berro de triunfo neste mundo hipócrita e cão, ver o primeiro sorriso, dar o primeiro biberon, mudar a primeira fralda... Todas estas experiências são únicas e exclusivas a cada pai.
Nunca me irei esquecer do que pensei quando cheirei o meu filho pela primeira vez depois de um banho, ainda no hospital, tinha ele 24 horas mal contadas. Nem da primeira noite que passei em casa depois de ele nascer, com ele ao fundo da cama no bercinho, dentro da alcofa e eu cheio de dificuldade em dormir porque tinha medo de o acordar com o meu ressonar.
Ser pai está a ser melhor que umas férias na Tailândia, melhor que umas quecas bem dadas, melhor que algo que eu já tenha feito ou passado na minha vida. Ser pai mudou a minha vida. Transformou-me num homem definitivamente mais ponderado, mas ainda assim não consigo ser calmo. Fez mudar a minha maneira de ver e pensar as coisas. Fez-me preocupar ainda mais com a T, com os seus cansaços e as suas necessidades de dormir, de desopilar e de estar com as suas amigas a sós, num momento ladies night.
Ser pai transformou-me, provavelmente, num homem melhor, aos olhos da sociedade. Mais responsável, mais carinhoso, mais preocupado, mais PAI. Eu, pelo menos, sinto-me melhor. E compreendo cada vez mais aquilo por que os meus pais passaram quando eram novos e eu lhes dei uma prenda única e algumas noites mal dormidas com o meu nascimento. E ao ver os olhos marejados de lágrimas deles sempre que olham para o bebé G., acredito e entendo que lhes dei uma prenda quase tão boa quando lhes dei um neto.
Não era, de todo, este o impacto que eu pensava que ia ter na vida dos meus. Honestamente, quando pensava no assunto há alguns anos, pensava que todos os outros iam continuar a sua vida mais ou menos da mesma forma e que só a minha e a da mãe do meu filho é que iam mudar. Mas não. Os meus pais e sogros movem mundos e fundos pelo neto, mas isto já era o que eu imaginava ser o ideal, apenas pensava que não ia acontecer. Mas os meus amigos também mudaram. E os amigos da T. também. Eles também pensam "Pera lá, que aqueles dois têm um filho" quando nos telefonam, quando nos convidam para cenas, quando falam connosco na realidade. E isso também me deixa feliz.
No fundo, toda esta prosa serve para dizer que estou a adorar ser pai. Que o meu filho é um espectáculo e o meu bem mais precioso. Que por mim ficava de licença de maternidade até ele ir para a escola como fazem nos países escandinavos. Que se amanhã a T. me vier falar da possibilidade de darmos um mano ou uma mana ao bebé G., definitivamente que vou dizer que sim e dar pulinhos de contente. Que sim, adoro ser pai!
2015/04/16
Podia ser com o AXN, ou a NBA Tv
Mas não... Bebé G. hoje não há meio de adormecer e só quer ver o BabyTV
Estava aqui uma foto do miúdo! Too late...
2015/04/07
O que aconteceu em três semanas de ausência
Entreguei convites de casamento, mas ainda faltam uns quantos;
Conduzi milhares de quilómetros (sim, milhares...);
O puto já pesa sete quilos e tem 64cm, parece que tem seis meses, apesar de ainda nem ter quatro;
Andei por igrejas à procura do assento de baptismo da minha noiva;
Arranjei forma de conseguir que o padre de uma paróquia me casasse na igreja da paróquia vizinha;
Comi doce de ovos como se não houvesse amanhã.
E agora vou sair para tratar do meu fato de casamento!
2015/03/09
Mais uma moedinha, mais uma voltinha! (sigam os links)
Ora portanto, como já mencionei aqui, o único problema do bebé G. é a luta contra as cólicas. Já tentámos uma série de coisas. Dois leites específicos para cólicas (ESTE e ESTE), mais um que ele nem sequer tentou beber porque não gostou do sabor (ESTE). Ao mesmo tempo, tentamos o Colimil, o Infacol, que mandámos vir de Inglaterra por nos dizerem que era a última Coca-Cola e o mundialmente famoso Aero-Om. Debalde!
Pois que o miúdo continua a sofrer com as cólicas. E para isso, precisamos de usar o Bebegel para o ajudar com os cocós, mais as massagens no banho e duas vezes por dia, de manhã e à noite, senão é uma gritaria cá por casa que o vizinho de baixo ainda pensa que estamos a espancar o pirralho e toca de chamar a Segurança Social.
Na última consulta à médica, ela aconselhou duas coisas. O leite Novalac AC que ele já usa há um mês e uma cena alternativa que nos fóruns dizem que é tiro e queda. Chama-se Gripe Water e parece que é utilizado há século e meio. Cá em casa, é usado há duas horas. No primeiro biberon, o puto fartou-se de arrotar, coisa pouco comum nele. Arrota duas ou três vezes e chega. Vamos a ver se é desta que conseguimos aliviar o puto, para não sermos azucrinados pelas cólicas novamente.

2015/02/26
Closer to the edge
O bebé G. é, por norma, um bebé calmo e que não dá assim tanto trabalho. No entanto, ultimamente tem andado a fazer umas birras malucas e umas lutas contra o sono que assustam um bocado. Basicamente, se se apanha deitado de barriga para o ar, começa a chorar como se alguém o estivesse a morder. É assustador vê-lo a chorar desta forma. A T. fica nervosíssima e eu, honestamente, nem consigo pensar direito.
Hoje, fui com ele ao meu trabalho, para dar a conhecer o rebento à "família laboral" do papá. Assim que lá cheguei, mais de 20 mamãs e outras mulheres com o relógio biológico aos saltos cercaram-me, cumprimentaram-me e começaram a falar para o meu filho. Nada de mais. O miúdo portou-se maravilhosamente, riu com elas durante 10 minutos, depois começou a chorar, eu disse que eram cólicas, mudei-lhe a fralda e pu-lo dentro do carrinho. A partir deste momento, começaram a vir uma de cada vez e a coisa não custou nada. À pergunta "Então Silent, o menino dá muito trabalho?", respondi sempre "Não, não custa nada, excepto quando tem cólicas e uma birrinha ou outra, nada de mais.
Hoje, mordeu-me no rabo, a minha grande boca! 19:15, hora do biberon, bebé G. bebe os seus 120ml em dez minutos. 19:25, normalmente é hora do miúdo começar a dormir, vou fazer o jantar, deixando o pequeno entregue à T., que estava com uma inflamação na garganta e dor de cabeça e por isso com pouca disposição para cozinhados. Ouço o bebé a fazer uma pequena birra, enquanto grelho as salsichas, cozo a massa e preparo um molho de mostarda para acompanhar. Depois o silêncio. Venho à sala pôr a mesa e vejo a T. a tentar embalá-lo. Bebé G. está de olhos bem abertos e fixos no tecto. 20h, começa o Sporting e o jantar está pronto. Bebé G. arranca numa birra enorme, como em cinco minutos (estava uma bela merda, já agora...), pego nele ao colo para o tentar acalmar. 23:24, ainda a mesma birra. Já me dói a cabeça a mim. A T. já tá na cama vai para hora e meia, completamente esgotada. Venho ao Facebook queixar-me da birra e deito o miúdo na alcofa. Meto-lhe, pela centésima vez, a chucha molhada de Aero-Om na boca para ver se ele se acalma. 23:29, bebé a dormir. Não, bebé a ressonar. E eu não consigo acreditar. Quatro horas depois, sem beber outro biberão (não quis), duas fraldas depois e muito choro, Bebé G. desmaia de cansaço na sua alcofa. Vamos a ver até quando. O biberão está lá, intocado, à espera que ele acorde!
Agora vou só respirar um bocadinho de ar puro. Estou a precisar...
2015/02/23
Hoje deu-me para isto! #5
1 - A Oprah merece estar em todas as anedotas "Your mama is so fat..." que existem!
2 - A sério? Argumento Original e ganha o Birdman? Mas eles viram o Nightcrawler?
3 - Já era altura do "The Imitation Game" ganhar qualquer coisa... Nem que seja Argumento Adaptado! Vamos ver o que acontece nos actores, realizador e filme.
4 - O puto continua a travar a batalha, mas acho que a perdeu. Bebeu o biberon entre este post e o último, arrotou e mudou a fralda sem acordar. Damned good fatherhood!
Hoje deu-me para isto! #3
It's one of those nights...
Baby G. vs Sono
Em noite de Óscares!
Just perfect...
2015/01/26
Ciúmes de avós
Denoto que a minha mãe anda com muitas ciúmes porque a minha sogra vê o miúdo quase todos os dias. Mas a minha mãe, cada vez que está com o miúdo, são tardes inteiras, enquanto que a minha sogra está uma hora ou duas de cada vez, normalmente. E quando nos vamos embora? Há sempre uma história para contar. A minha mãe então, tem duas mil diferentes. Cada qual a durar o seu quarto de hora.
Estou fodido...
Já agora, o puto tá com 55 centímetros e praticamente cinco quilos.
2014/12/22
Como é que isso vai, Silent?
Ora que vai calminho e tranquilo.
O bebé G. é calminho, desconfiado mas bem disposto, pouco chorão mas rabujento. Sempre com as mãos junto ao rosto, pelo que volta que não vira arranha-se sozinho. Comilão sem ser sôfrego, de três em três horas temos o ritual... Fralda, biberon, arroto, dormir. E como ainda é muito jovem, precisa de ajuda para fazer o seu cocózinho, pelo que tenho que o estimular com a cânula do Bebegel, mas sem aplicar o gel.
E os avós? Babados! A minha mãe está em adoração. Cada vez que vem cá a casa ver o menino, fica meio dormente, junto ao berço, qual cão de guarda. De vez em quando é preciso dar-lhe um toque para ela se acalmar e dar o espaço a outras pessoas, mas é relativamente tranquilo. A minha sogra... É a fotógrafa. Qualquer coisa que o menino faça (ou nós façamos com o menino) é motivo para a senhora minha sogra pegar na máquina fotográfica e lá vai disto. É à dúzia de cada vez que lá vamos a casa. Já tem duas molduras com múltiplas fotografias junto das fotos dos outros netos, lá por casa. Os avôs são mais calmos. Para aplacarem a excitação das avós. O meu pai, excitadíssimo com o primeiro neto, finge que não é nada com ele. O meu sogro, que trabalha que nem um condenado diariamente, tem pouco tempo para o ver mas sempre que o vê faz uma festa enorme.
Eu e a T. estamos felizes. Muito felizes. De vez em quando olhamos um para o outro, com um sorriso de orelha a orelha. E constatamos que o nosso menino é perfeitinho. Que o parto não custou quase nada. Que a recuperação está a correr "optimamente" bem. Que somos uns sortudos, no fundo. E é assim!
Voltaremos em breve com mais novidades e outras parvoíces.
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