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2018/09/17

Lido algures por aí

O amor engorda, a paixão é que emagrece!
Talvez por isso perder os 40kg que tenho a mais seja mais uma utopia que um objectivo

2016/10/20

Dramas de um pai desesperado

Ontem, esposa amada pediu-me quase de joelhos para eu ficar com a noite, uma vez que bebé G. estava com sintomas de doença e esposa amada estava completamente de rastos depois das noites anteriores. Pensámos que eram dentes ou coisa parecida, por isso antes de deitar demos-lhe com  Brufen.

Esposa amada vai dormir às 22h, Silent fica no sofá à espera que bebé G. acorde para lhe dar o biberon do leite. Como já era meia noite e nada, peguei no colchão que está no quarto dele para as noites más e preparei uma cama de campanha no corredor. Três e meia da manhã, acordo com bebé a chorar. Mudo-lhe a fralda, biberon de leite nos queixos e lá vai ele para a segunda dose.

Sete e meia da manhã acordo com a criança a palrar toda contente. Vou ter com ele e sou recebido com um Bom Dia efusivo. Pego nele e... Está a ferver. A medo, vou acordar T. para me aconselhar. Uma conversa a dois é sempre preferível. E pronto... Bebé G. tá com 39 de febre, quando saí já tinha levado com um Ben-U-Ron supositório e a febre estava a baixar.

Estou aqui pequenininho no meu lugar, cheio de trabalho mas sem vontade nenhuma de o fazer!

2016/05/23

Cenas "fixes" do fim de semana

Quando o puto não dorme durante cinco minutos durante o dia porque fomos a um aniversário e está gente a mais de roda dele, mesmo com passeio pela Avenida da Liberdade (muitos carros para o distrair) e visita a casa do padrinho (demasiada excitação).

E depois à noite...

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Se fosse sempre assim é que era!

2016/03/22

Coisas que se ouvem quando se mete a chave à fechadura para entrar em casa...

Amor, apanhaste-me!

Apanhei-te?

Sim, estou a esfregar o corpo a um homem nu!

Ai é?

Sim. E ele está a tentar lamber-me as mãos!

Tradução: T. estava a dar banho ao bebé G.

2016/03/21

O que mais custa, quando se tem um filho

Há mil pessoas a fazerem esta pergunta, pelas netes. Há mil respostas diferentes. Para mim, só há uma resposta! E é essa que eu vou expor neste post. Por isso, ponham os cintos e preparem-se, que isto vai ser nu, cru e não necessariamente bonito. E longo também. Fica o aviso.

Este fim de semana foi do cacete, mais para a T. do que para mim. A minha mulher, nesse aspecto, é uma pessoa maravilhosa e, sem ela, com o feitio do nosso filho, tenho a certeza de que já tinha dado em doido. Assim, damos os dois em doidos e fazemos companhia um ao outro para não custar tanto.

Sábado, dia do Pai, bebé G. chega ao pé de nós pelo fim da manhã (passou a noite com os avós) feliz e bem disposto e começa imediatamente a brincar. E anda para a frente e anda para trás e brinca e está tudo bem, perfeito e maravilhoso. Adormece perto da hora do almoço e acorda 45 minutos depois com uma birra de todo o tamanho que só passa já depois do almoço, às 16h ou coisa assim. Até então, eu e T. almoçámos à vez, carregámos o bebé à vez, brincámos com ele à vez. Tudo mais ou menos normal. Depois não quis dormir à tarde, mesmo estando podre de sono, completamente a cair de maduro. Ao jantar, não comeu como normalmente, não terminou a sopa e não quis do nosso jantar ao contrário do que é habitual e adormeceu, a custo, já depois das 22h.

E agora começa a dança. Eu e a T. estávamos de rastos também e fomos para a cama às 23h, depois de um episódio de série em que íamos adormecendo os dois. À meia noite, o bebé está aos gritos, como se algo o estivesse a corroer por dentro. Mas a dormir. T. vai lá (acho que foi ela primeiro...) e tenta acalmá-lo, com leite morno e colo e a chucha e o ó-ó preferido dele. Debalde. Dez minutos depois tenho que ir lá eu, nova choradeira aflitiva. Mais uma tentativa, água não quer, leite não bebe, ó-ó atira para o chão, ao colo parece uma enguia e Aero-Om não resolve, deita na caminha e fica a ver a reacção, parece que acalmou, volta para a cama e quando estamos mesmo a pegar no sono... Mais gritaria! Depois de irmos lá umas cinco vezes, tenho a brilhante ideia de me recordar das palavras da pediatra: "Quando ele estiver assim, dêm um supositório de Ben-U-Ron, pode estar a doer-lhe qualquer coisa e assim acalma". Dito e feito, lá demos o supositório. Acalmaram vocês? Assim acalmou ele.

Já perto das duas da manhã, duas horas depois de começar, eu vou dormir tento aterrar deito-me no sofá enquanto a T. fica com o bebé na cama. Mais uma hora a ouvir movimentações, mas sem tanto choro. Fui lá duas ou três vezes, a ver se era preciso dar alguma ajuda ou apoio. E lá para as quatro e tal consegui pegar no sono. Até às 7:30, hora a que a criança do demo o bebé acorda, fresca e fofa e bem disposta, a querer brincadeira.

Ontem à noite? Desmaiou de cansaço ao fim de cinco minutos quando costumamos demorar meia hora a adormecê-lo. Às onze e meia começa a dança e até à 00:25 vou lá três vezes. Vou para a cama e aterro. E aparentemente, a T. tem que ir lá 10 vezes. Eu não dei por nada, de tão morto que estava. Mas hoje e uma vez que já dormi um pouco melhor, tenho que compensá-la.

Tudo isto para dizer o quê? O que mais custa, quando se tem um filho, é ele chorar, desalmadamente. E não se saber o motivo. Aquela indefinição se é grave ou não, se vamos ao hospital ou tentamos resolver em casa, se são sonhos ou se realmente lhe dói qualquer coisa. Se vamos para a esquerda ou para a direita. O que mais me custa enquanto pai é a indefinição. O não saber o que fazer, o sentir-me impotente perante o meu filho. É querer ajudá-lo e não poder. O sentir-me pequenino, abaixo de merda, um peixe em terra firme. É isto mesmo...

2016/02/23

A minha esposa está como quer...

Dois homens lá por casa a chatearem-lhe o juízo. O filho e o sobrinho mai novo. Aparentemente parece que passou um furacão pela nossa sala. Não foi um, foram dois, minha princesa!


2016/02/11

Serve o presente para informar...

O meu filho já sobe ao sofá. SOZINHO! Sem ajudas e sem degraus. Do chão para cima de um sofá com 65cm. Com 14 meses mal feitos (só sabado).

Estou tããããão tramado...

2016/02/05

Ensinamentos de pai

Agora andamos sempre de olho nele. A qualquer momento, pira-se do pé de nós enquanto o diabo esfrega o olho (verdadeira lagartixa, aquele miúdo) e vamos dar com ele a brincar com a água do gato, a tentar levantar a tampa do bidé ou a abrir as gavetas da cozinha. E a mesa de apoio, mesmo à saída da sala, é o personal favourite dele. Todos os dias temos que ir lá e evitar que ele mexa nas caixas e nos tarecos que estão em cima dela. E ouvi-lo a chorar no fim.

Mais importante que isso, temos estado a ensiná-lo a descer do sofá e da cama. Por regra, o miúdo até tem algum cuidado e desce bem, mas há os outros 20% das vezes em que ele se vai atirar de cabeça. Nessas alturas, eu e a T. vamos a correr agarrá-lo e metemo-lo novamente sentadinho no sofá, para ele tentar descer novamente.

E fotos destas podem acontecer... :)


2016/01/28

Post em directo

Bebé G. deu, pela primeira vez (à minha frente, que a mãe e a avó já viram muitas vezes) um passo. Verdadeiro. Genuíno. Sem estar agarrado a nada. Segundo a T. o record vai em três seguidos. Para mim, hoje foi o primeiro.

O meu filho já sabe andar...


2016/01/20

Converti a minha mulher...

E ela quer converter o filho!

As coisas que se compram cá pra casa...

2016/01/19

Entretanto, lá por casa...

Tudo normal. Fui parar ao hospital com cólicas renais no Domingo às 4 da manhã, voltei para casa duas horas e meia depois fresco e fofo, aterrei na cam a e às 10 já trabalhava novamente. À noite o puto parecia estar com febre e confirmou-se, por isso Ben-U-Ron e uma noite menos boa para a T. Hoje o trabalho não abunda, por isso devo vir aqui fazer mais uns posts...

2015/12/02

Vida de doente lá por casa...

Na terça-feira passada, o puto faz duas otites sem fazer febre.

Na quinta-feira passada, a T fica engripada.

No Domingo, eu fiquei engripado.

Só falta o gato...

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2015/11/18

Em resumo...

Sábado foi dia de ir para os meus pais e começar as compras de Natal pelo Freeport de Alcochete. O puto continua um gigante, super bem disposto, apesar de estar meio adoentado. No entanto, depois de lhe aspirarmos o narizito, de lhe fazermos aerossóis e de lhe darmos um Brufen, dormiu a noite toda até às 8 da manhã e acordou super bem disposto apesar de muito ranhoso.

Domingo foi dia de ir ao cinema ver o "Steve Jobs". Um grande filme com um Michael Fassbender em grande forma. O filho está muito melhor e não lhe demos o Brufen, o que fez com que ele acordasse de três em três horas para biberons e afins.

Segunda foi dia de ir ver o "Spectre". Mais um excelente filme. Dos melhores Bond que já vi. Mas também foi dia de ser alvo de uma tentativa de homicídio por parte da minha mulher. Então não é que a T. me confundiu Nirvana com Pearl Jam? Enquanto eu estava a conduzir? Ia tendo um ataque cardíaco e um acidente simultâneos. Ainda hoje não lhe perdoo... O filho já está quase bom, só tem uma tossinha, nada de grave.

Terça? Pois terça foi dia de passear pelo Colombo, comprar dois pares de sapatos e três camisolas para o bebé G. e depois de almoçar ir novamente ao cinema. Desta vez, fomos ver o filme "À procura de uma Estrela", com o Bradley Cooper e um monte de actores conhecidos. Estava sozinho na sala com a T., pelo que passámos o filme todo a conversar como se estivéssemos em casa, o que tornou a experiência super divertida. Agora quem está a ficar constipada é a T., o filho ficou a dormir na minha sogra para não piorar.

Hoje? Hoje já temos os bilhetes para logo à noite. Vamos ver a ante-estreia dos "Jogos da Fome". Porque isto de estar de férias e não ir um dia ao cinema não está com nada. Especialmente porque amanhã é o dia da minha operação e há que recuperar o tempo perdido nos últimos meses, por causa dos empregos de cada um. Para amanhã ainda vamos ver que filme podemos assistir, uma vez que a minha última refeição tem que ser às 14h e às 18h tenho que estar no Hospital para ser operado às 20h. A T. melhorou após tomar Oscilococcinum e o filho está neste momento a ver televisão, todo contente.

Vivam as férias no "Inverno"!

2015/09/14

Aquele momento...

Em que recebes uma chamada e sabes que o teu futuro próximo pode mudar radicalmente nos próximos tempos...

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Vamos a ver como corre a reunião!

2015/09/07

Post-its deste fim de semana

- A aldeia de Nave Redonda tem uma rua principal, uma rotunda, um restaurante e duas perpendiculares.
- Nome a nunca esquecer, para quando estiverem com fome: Castro da Cola. Um segredo mal guardado do Alentejo profundo.
- O meu filho está a preparar-se para, com muito treino, ser o Michael Phelps da década de 2030. Mas eu preferia que ele fosse o Kobe Bryant. Vamos ver...
- No interior, as estradas Municipais têm alcatrão em melhor qualidade do que a quase totalidade das ruas de tráfego intenso do centro de Lisboa. Tomara eu que no meu bairro existissem estradas com aquela qualidade.
- Estar numa terra estranha, com pessoas que não nos conhecem de lado nenhum, stressados com a vida durante a semana, faz maravilhas pela vida íntima de um casal.

Quando é que eu posso ir de fim de semana para ali outra vez?

2015/08/31

Aventuras e desventuras de uns pais de primeira viagem

Ter um filho não é fácil. Até aí, eu e a T. já tínhamos chegado. Mas o bebé G. é mesmo um caso extraordinário. Percentil 75 no peso, percentil 85 no tamanho, percentil 95 no perímetro encefálico, temos em nossa casa, com todo o respeito pela criança que nem sequer se pode defender, um pequenito "gigantone". Não há como fugir ao tema. O nosso bebé é enorme, quando comparado com outros bebés.

Isto tem diversas implicações ao nível do desenvolvimento. Assim, o nosso G. está ligeiramente atrasado. Já gatinha mas custa-lhe arrastar os mais de 9kg de peso. Já se senta com ajuda, mas custa-lhe aguentar a cabeça. Já faz força para se tentar levantar, mas o máximo que consegue é uma espécie de flexões, porque o corpo é demasiado grande e pesado.

No entanto, já temos a consciência de que é um bebé extremamente inteligente. Já se expressa, já mostra o que quer, já reconhece pessoas de quem gosta e de quem não gosta (Coitado do meu avô... Ele berra sempre que o vê!) e, sempre que me vê a mim e à T., abre a boquinha num sorriso desdentado maravilhoso que nos enche o coração de ternura e amor.

Também costuma ficar todo bem disposto com os meus pai, com a minha sogra e com os meus sobrinhos. Com o meu sogro é indiferente. Com o meu cunhado também. À minha cunhada ele também acha alguma piada.

Por outro lado, o moço dorme bem, acorda normalmente duas/três vezes por noite, come bem mas tem dias que faz uma birrinha e para adormecer às vezes é um castigo mas a coisa leva-se muito bem. Como agora a malta trabalha, vemos menos tempo o miúdo e, quando o vemos, é uma grande grande alegria tanto para mim como para ele. Só me apetece enchê-lo de beijos e abraços e cenas. É uma loucura a alegria e amor que eu sinto por aquele miúdo. E pela mãe dele também. A T. também se revela uma mãe extraordinária. Cuidadosa, preocupada, paciente e animadora nos momentos mais difíceis. Tem os seus dias/momentos maus. Pois claro que tem porque é humana. Mas ser mãe está a revelar-se uma experiência de conhecimento não só daquele pequenino ser que é o meu filho como também da mãe dele, da minha mulher.

Este é um post pouco másculo. Mas revela como vai o meu coração!