2013/12/31

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Do último dia do ano, ganho os ensinamentos que dele obtive. Aprendo com as profundas desilusões que ele me trouxe. Regozijo-me por não ter perdido nenhum dos meus. Desiludo-me com as atitudes tacanhas de uns e outros. Retenho as boas atitudes daqueles que de mim gostam. Sorrio de cada vez que me lembro das minhas férias, as muitas que tive este ano. Já merecidas. Brilha-me o olhar de pensar nos meus pais, no meu avô e na minha namorada. Gargalho por me lembrar dos bons momentos passados juntos dos meus amigos. Vêm-me lágrimas de alegria aos olhos com a honra do convite da minha Su de quem sinto tantas saudades.

Feliz 2014, pessoal. Que o melhor de 2013 seja o pior de 2014. Sem excepção! Boas entradas a todos!

Beijinhos e abraços

Só mais uma achegazinha...


Não podia faltar o balanço do ano...

Não me lembro da passagem do ano 2012/2013, por isso vou assumir que não correu mal, uma vez que estava completamente apaixonado. Não me lembro também de qualquer complicação durante o início do ano aqui no trabalho, por isso deve ter andado tudo nos trinques.
Fui a Londres pela primeira vez, adorei a cidade, adorei o motivo que me levou lá, adorei as organizações da Ex, mas detestei ter que sair de lá num dia dos Namorados em que ela fez (mais uma vez) uma birra monumental e que nos fez estar afastados um bocado de tempo.
O meu trabalho aumentou (ainda mais) do que no ano passado e apercebi-me que posso contar tanto com os meus colegas como com um cardume de piranhas se algum dia estiver a sangrar.
Os meus amigos não mudaram, mas descobri que afinal há mais pessoas boas neste mundo, o que fez com que mais 5 pessoas se juntassem à minha vida para (espero) todo o sempre.
A blogosfera continua a ser uma ervilha, por isso quando acabei a minha relação em Agosto, em menos de dois meses sabia o que é que ela andava a fazer, com quem, onde e a que horas, sem precisar de perguntar.
Pinei como se não houvesse amanhã, com quatro mulheres completamente diferentes, cada uma espectacular à sua maneira. Só uma delas me desiludiu. Foi a mesma que me partiu o coração.
Passei as férias mais reparadoras de todo o sempre, na Serra da Estrela, com os meus familiares Costa Pinto e Amaral. Foi aí que remendei o coração, a toque de cerveja, setas, snooker e kizomba.
No dia a seguir a chegar da Serra da Estrela, conheci uma pessoa absolutamente fantástica que ainda hoje me surpreende com o amor que demonstra por mim, com a cumplicidade e carinho que me dá, com a paixão que sente por mim. Eu pensava que sabia o que era amar. Estava errado. Espero que seja isto...
Continuo a pinar como se não houvesse amanhã. A maior diferença é que agora não o faço porque sim ou porque me apetece. Faço-o por ela, para lhe dar prazer. E a mim também.
Atingi o meu all time low em termos de ânimo, confiança e vontade de viver. Não foi uma época bonita para me conhecer ou para falar comigo. Valeram os meus amigos que me apoiaram como se não houvesse amanhã.
Perdi o meu Dennis... Mas descobri a minha T.
Tive pedras nos rins outra vez. Duas vezes. Só uma delas me levou ao hospital.
Tive dois acidentes de carro e fiz um pião. Não tive culpa em nenhum. Não paguei do meu bolso um tostão de arranjos.

2013 foi um ano de merda. Fui enganado, magoado, humilhado e arrastado na lama. Mas também foi bom. Redescobri o bom que é estar apaixonado. Aquele quentinho bom no estômago sempre que olho para ela. Vou lembrar-me para sempre dos pontos baixos deste ano. Espero nunca me afastar dos pontos altos!

A todos, um excelente ano de 2014. E a mim também, se faz favor...

2013/12/29

Dennis the Menace, part II

Escrevi aqui quando ele foi para a Alemanha em busca de pastos mais verdes. Pois que ontem voltámos a estar juntos. Veio passar o Natal com a família, fui dos primeiros a falar-lhe e ontem não descansei enquanto não o abracei.

O meu Dennis está como o vinho. Quanto mais velho melhor! E as piadas continuam as mesmas. E os pedidos de conselho continuam a ser os mesmos. E eu continuo a passar noites memoráveis com este miúdo, apenas 9 dias mais velho que eu. É daquelas pessoas que a T compreende como eu me sinto, pela forma e carinho com que falo dele. Não há hipótese...

E foi tão bom poder dizer-lhe, sem gayzices, que tive mooontes de saudades dele, enquanto o abraçava, à porta de um restaurante de grelhados ali para os lados do Rêgo (don't make the obvious joke please...), onde desfrutámos a 5 de um excelente repasto regado a cerveja para em seguida irmos à cata de um gin bar M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O no centro cívico de Carnaxide!