2016/08/30

Pedido importante

E de certa forma importante...

Metade da minha lista de blogs já não escreve ou deixou de escrever coisas de jeito. Preciso de blogs novos para seguir.

Ideias?

A Nula voltou de férias...


2016/08/24

Coisas que me fazem azia

Exceptuando no trabalho, é o trânsito que me provoca mais azia. Por regra, sou uma pessoa que tenta ser justa e boa camarada. Que se preocupa também com os outros. E que, não abdicando do seu bem-estar, procura não incomodar o bem-estar dos outros. Basicamente, um Bambi altruísta.

Assim, nos cerca de 20 minutos diários de condução (de e para o trabalho), não raramente fico com uma azia de todo o tamanho ao ver certos e determinados comportamentos. Egoísmo puro, a lei do "caguei para ti" elevada ao seu máximo expoente. É assim que eu vejo as estradas portuguesas e o condutor Português no geral.

No trajecto que eu faço habitualmente, passo por três vias rápidas. IC16, IC17 e IC19, de forma consecutiva. Saio de uma para entrar na seguinte. Logo, uso aquilo a que se usa uma "faixa de aceleração", ou seja, aquelas faixas onde não se tem prioridade mas que servem para podermos acelerar um bocadinho e incomodar o mínimo possível os condutores da via rápida onde vamos entrar.

Por questões de Engenharia, normalmente as faixas de aceleração ficam perto das saídas das vias rápidas, os chamados "nós de circulação". E é aí que as embalages de Kompensan são chamadas ao serviço. Porque as saídas das vias rápidas, quando coincidem com as entradas nas mesmas, mantém a prioridade. Ou seja, quem sai da via rápida tem prioridade sobre quem vai a entrar. Esta é a regra. E quem vai a sair da via rápida prefere acelerar ao máximo (porque tem a prioridade) e depois travar quase a fundo (porque tem que sair para uma curva normalmente em cotovelo), impedindo quem vai a entrar na via rápida de utilizar a faixa de aceleração para desenvolver a sua marcha e entrar já com uma velocidade aceitável (digamos 40 a 50km/h) e em aceleração, incomodando assim o mínimo possível quem circula na via rápida, normalmente a velocidades mínimas de 70 a 90km/h. Estão no seu direito, é verdade. Mas porra, falta de senso... Vou sair agora  do IC19, deixa cá acelerar para sair antes daquele carro entrar para depois travar quase a fundo. Assim, quando ele entrar, o tipo que vai atrás de mim tem que travar bués porque este não consegue acelerar. E com sorte, vai distraído e os acidentes acontecem.

Outra coisa que me dá comichões é quando há um limite de velocidade e a pessoa vai a cumpri-lo à risca, mas a impedir os outros de andarem à velocidade que quiserem. Aqui, a pessoa vai a cumprir a lei. Não há nada a apontar. Mas e se eu não quiser cumprir a regra, o problema é de quem? Meu, não é? E se for multado por excesso de velocidade, quem paga a multa? Exacto, eu. Assim, se eu estiver atrasado para uma reunião no trabalho, sim, faz-me azia que vá alguém na faixa da esquerda a 70km/h (o limite no túnel onde passo diariamente) estando a faixa do centro vazia. Ou pior, estando a faixa do centro E a da direita vazias.

Num destes dias, faço outro post. Desta vez sobre a minha relação com taxistas, rotundas e condutores estrangeiros.

2016/08/23

Curtas...

5 anos depois, o meu amigo Pedrocas está de volta a Portugal.

Ontem foi dia de enfrascanço lá por casa.

Hoje vou passar o dia em reuniões *yeiiii* #soquenão

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2016/08/22

Em repeat...

Um daqueles (raros) casos de um cover de uma grande música que fica ainda melhor!

E a capacidade vocal do David Draiman?

2016/08/19

Não há outra forma de fazer isto?

Recebi uma lista, chamemos-lhe lista A, com mais de 1100 items.

Essa lista é uma parte de uma lista, chamemos-lhe lista B, com mais de 6000 itens.

Cada item tem aproximadamente 45 colunas para actualizar.

Vou ter que fazer quase 1200 copy pastes?


2016/08/18

Cenas que irritam um bocadinho

Andamos há meses para ter uma formação específica, aqui no trabalho. Essa formação, de tão específica que é, é feita através de trabalho em grupos e dura duas manhãs inteirinhas. E já foi cancelada duas vezes.

A segunda dessas vezes foi hoje. Até deu jeito, porque por acaso até me tinha atrasado a sair de casa e quando recebi uma sms de uma colega (abençoada) fiquei contentíssimo. Mas recebemos o email cinco minutos antes da formação. É uma questão de respeito pelos formandos. 5 minutos antes da formação começar NÃO É uma boa hora para cancelá-la.

Mais ridículo ainda... No email em que avisaram o cancelamento, mandaram três opções para repetir a formação. E depois mandaram o convite do Outlook para uma dessas opções! Olha que bem hã? Silent, que dia queres? É este não é?

Farto de gente que não sabe trabalhar!

2016/08/09

Passeios familiares

Este fim de semana foi quase em absoluto dedicado à família. Assim, sábado quando fui acordado violentamente pela família (depois de uma noite do demónio), fomos almoçar um lavagante com arroz de marisco à Ericeira. Nisto a criança adormece e demos um passeio a pé enquanto o puto dorme a sesta.

Chegamos a casa, dormimos também nós uma sesta e vamos para o jantar de aniversário da minha sogra, pessoa de quem gosto muito e por quem nutro um profundo respeito pelo trabalho que tem com os três crianços da família (o meu e os dois sobrinhos).

Domingo, logo pela manhã e depois de outra noite do demónio, foi dia de estrear o puto no Jardim Zoológico. Não sei quem gostou mais. Começámos logo pelo espectáculo dos golfinhos e eu chorei que nem uma Madalena. Adoro este tipo de espectáculos e a cara do meu filho a ver o espectáculo e a música e tudo o mais deram cabo de mim. Todo eu era lágrimas e voz embargada. E depois foi muito fixe mostrar a bicharada ao puto. Vê-lo a comer batatas fritas ao almoço. Adormecê-lo depois do almoço. Foi um dia muito fixe!

Mas aquilo que mais gostei do dia foi algo que não pude partilhar com ele porque a essa hora ele brincava com a minha mulher. Vi um Lince Ibérico. O sacaninha do bicho é lindo. E difícil de ver, mesmo no zoo. Eu e o meu cunhado estivemos que tempos à procura dele, de nariz esborrachado contra o vidro. E foi ele que o viu primeiro, altivo à sombra de uma árvore, sossegado mas atento a tudo o que se passava à volta dele.