2018/10/10

Hoje apetece-me falar sobre isto

Sou um apaixonado por música, para quem vem cá pela primeira vez. Para todos os que já vão conhecendo aqui o Tasco, ninguém duvida disso, espero eu.

Se há coisa que me deixa triste, é quando morre algum artista de quem eu gosto. Prince, Freddie Mercury, David Bowie, Kurt Cobain, Amy Winehouse, Chris Cornell, Chester Bennington... todos estes moços foram uma perda inacreditável para a cultura musical, a nível global. Quem sabe se na altura da morte eles ainda tivessem oportunidade de, a manterem-se vivos, darem-nos coisas tão maravilhosas como aquelas com que nos presentearam em vida.

Mas não há, na minha singela, modesta e criticável opinião, maior perda para o mundo musical que a de um senhor chamado Layne Staley. Não conhecem? Shame on you! Alice in Chains, diz-vos qualquer coisa? Não? Shame on you, again!

Os Alice in Chains são uma banda de grunge, que ainda hoje existe, formada nos anos 80 do século passado por um senhor chamado Jerry Cantrell, que ainda é o principal dínamo da mesma. Comecemos então com um pouco de história. O movimento grunge começou com bandas como Mudhoney, Mother Love Bone e progrediu depois com Alice in Chains e Stone Temple Pilots. Só então apareceram os gigantes Audioslave, Nirvana e Pearl Jam.

No início nos anos 90, quando as camisolas de flanela e as calças de ganga largas estiveram mais na moda, foi quando os Alice in Chains obtiveram o maior sucesso, especialmente com o álbum Dirt, de 1992. A particularidade do Layne era a voz que, tal como a do Eddie Vedder dos Pearl Jam, era facilmente reconhecível devido ao seu tom de Tenor Dramático. Talvez fosse ainda mais potente, inclusivamente, que a do Eddie Vedder. E o talento que havia naquele senhor era comparável apenas à sua vontade de se auto-destruir com drogas pesadas, álcool e gajas. Infelizmente, deixou-nos no ano de 2002, com apenas 36 anos e toda uma vida pela frente, num apartamento de motel rasco, com uma televisão a dar chuva e apenas 46 quilos de peso para mais de metro e oitenta de altura.

Temas como Rooster, Down in a Hole e o inesquecível Would? tornaram esta banda num dos meus ícones de adolescência. Ainda hoje gosto de ouvir não só os álbuns, como também o fabuloso Unplugged que fizeram para a MTV em 1996 em que podemos ouvir, sem filtros, a genialidade vocal do senhor que hoje venho aqui homenagear.




2018/09/27

Já se viu mais longe o fundo ao copo!

Em breve, mais uma semaninha ou assim, começa o trabalho a chegar a sério. Na realidade, tenho andado a procrastinar mais do que é suposto, mas não mais do que é devido porque não há, em boa verdade, nada para fazer para já. Mas a vida é assim, feita de desafios. E o que se me apresenta neste momento é procrastinar durante um mesito (faz exactamente esse tempo que aqui estou) para depois, na altura certa e no momento da verdade, chegar-me à frente e tornar o meu departamento numa ETAR como deve de ser.

Até lá, ficai como eu, a ouvir músicazinha da boa e a ver sites de notícias, blogs e outros que tais!




2018/09/19

Macacões

Muito bom dia. O post de hoje vai falar de pessoas que gostam de escarafunchar no nariz até praticamente ao cérebro, só para extraírem uma amálgama de ranhoca e porcaria que depois vão dar um piparote para descolar do dedo ou então transladá-la para a parte de baixo da mesa mais próxima. Boa?

Já estão enojados o suficiente? Então vá... É mentira. Vou falar daquela peça única que as mulheres gostam muito de usar assim que o tempo aquece um bocado. Porque, em 80% dos casos, essa peça favorece a dama que a está a usar, uma vez que habitualmente é justa nos sítios certos (nomeadamente rabo e mamas) e largueirona nos sítios mais convenientes (barriga e pernas), fazendo com que a maior parte das imperfeições sejam escondidas e a melhor parte delas seja realçada. Por isso e a menos que haja um descaimento absurdo das peles e carnes, todas as mulheres adoram vestir macacões, sendo que o único senão é o facto de, para irem à casa de banho, terem de fazer um strip completo que se pode tornar desconfortável em casos de frio e chãos encharcados. No entanto e sendo o Verão uma época de altas temperaturas, a primeira destas premissas até pode ser uma vantagem.

Acontece que não é toda a gente que fica bem de macacão. Eu, que tenho uma predilecção especial por esta peça por todos os motivos acima descritos (inclusivamente o strip completo para efeitos de ida ao wc) acho que devia haver uma senhora dentro dos provadores das lojas da especialidade a dar chapadões às meninas que querem levar macacões que lhes fiquem mal. Porque todas as marcas fazem macacões com cortes diferentes e nem todos os cortes favorecem todos os corpos. Tenho à minha frente, no trabalho, uma mocita que passa a vida no ginásio. Perna grossa, metro e meio de gente, anca generosa, busto de bom tamanho e sem barriga. Pois que a moça gosta de macacões e já é a segunda vez que traz coisas horrendas, não no padrão que ela até tem bom gosto, mas sim na forma de assentar. Pois que os ditos são excessivamente largueirões e parece que a moça é a filha do boneco da Goodyear (passe a publicidade). Acresce que a moça é feia que nem um trovão, logo toda e qualquer vantagem que o corpo lhe pudesse dar fica aniquilada imediatamente! Uma pena não acham?

Usem a caixa dos comentários e dissertem à vontade!

2018/09/18

Parece que a minha falta foi sentida

Por isso agora vou fazer um esforçozinho. É que isto de juntar letras e escrever coisas que façam sentido é de uma responsabilidade muito grande e responsabilidades já tenho eu a mais. Tenho lido umas coisas de uns blogues que eu sigo, claramente melhores que o meu, sentido-me um humilde  aprendiz nesta bela arte de dar com as falanges em pedaços de plástico com letras. 

Não foi por isso que deixei de vir cá com tanta frequência. Nem por sombras. Aliás, continuei a ler avidamente por essa blogosfera fora, tendo descoberto outros cantinhos ainda melhores que aqueles que seguia anteriormente. E ainda fiz uma fugaz investida no outro fornecedor que conheço de blogs, o SAPO, enveredando por um caminho muito mais alternativo, mais dado à imagem que à letra. O que me aconteceu foi, simplesmente, que a pena que é o meu cérebro secou e, como dizem que só água não chega, andei à procura de tinta nova. E demorei imenso até encontrar uma que me agradasse.

Sendo assim e, aqui que ninguém nos ouve, acho que é devido um pedido de compreensão à minha ausência. Vou tentar remediar isso.

Obrigado
Silent Man

2018/09/17

Numa nova vida!

A Vida dá voltas e voltas e a minha deu mais uma. Mudei de emprego. A única semelhança com o emprego anterior é a nacionalidade da empresa. De resto é tudo diferente. Sou eu que ando a implementar a cangalhada toda. E tenho uma chefe que falou comigo duas vezes e percebeu exactamente o calibre do animal. 

Hoje, veio dizer-me... "Olha Silent, tens de ir para o este sítio, com o desafio de que não têm cockpit, tens de ser tu a implementar. Giro não é?". Por um lado, veio-me um friozinho no estômago, porque eu não faço puto de ideia de como se implementa essa cena. Mas por outro, é um desafio. E desafios como-os ao pequeno almoço. A chefa confia em mim e é disso que eu preciso.

Epá estou feliz!

Lido algures por aí

O amor engorda, a paixão é que emagrece!
Talvez por isso perder os 40kg que tenho a mais seja mais uma utopia que um objectivo