2015/10/22

E pronto...

Já sei que vou ficar em casa entre 12 e 23 de Novembro. Mais uma mini cirurgia para não ter problemas mais graves no futuro.
 
Ontem, o meu corpo pediu-me clemência. Saí de casa às 6:45, trabalhei até às 18:10, fui ao medico, cheguei a casa às 19:25. Jantei, vi o Benfica e consegui a proeza de ver 5 minutos do Arrow. E desmaiei. Ainda não eram 22h quando fui para a cama. Lembro-me de a T. me mandar ir deitar, não me lembro de absolutamente mais nada...
 
E hoje, chegar às 6:50 ao trabalho custou muito menos!

2015/10/21

Ai...

Já vão dois dias a acordar a horas "desumanas". O despertador lá de casa está para as 6:20. O filho ainda dorme quando saio de casa. Sou o primeiro a chegar ao escritório. E porquê? Bem... A colega C. está de férias, o colega R. está a meio gás, a preparar a sua saída da equipa (e ainda não há substituto previsto...) e a Nula... Bem, a Nula é aquela base. Ontem voltou ao serviço, pior ainda que o habitual e por causa dela, saí já depois das 21h a corrigir as borradas dela.
 
Lá para sexta-feira, caio à cama e pumbas. Acordo praí no Domingo!
 
Ai não espera aí... Sábado tenho a natação do miúdo às 10h. E depois disso arranco para Aveiro. Tá bem... Vai ser uma semana linda, vai!

2015/10/14

10 coisas que nunca farei na PUTA (que é) da vida, enquanto estiver no meu perfeito juízo!

Vindo da Fatia-Mor, este desafio consiste em, como o nome indica... nomear 10 coisas que nem pintadinho faria. Ora... Isto obriga-me a puxar pela caximónia... Mas vamos lá. Não gosto de dizer que não a desafios!

 

1 - Comer Couves de Bruxelas - Acho que consigo gostar mais de pedras no sapato enquanto sou violado a frio por toda a equipa de rugby da Tanzânia! No meu perfeito juízo, nem que me paguem! É das coisas que mais detesto. Só o cheiro provoca-me vómitos e faz-me mudar de sítio no refeitório aqui da empresa (já aconteceu...)

2 - Beber champanhe, sabendo que é champanhe - Gosto de champanhe. Adoro champanhe. Sabe-me mesmo bem... Mas faz-me mesmo mal. Dores de cabeça., de estômago, vómitos e diarreia são os sintomas de que bebi aquele néctar dos deuses. Saio baratinho, portanto!

3 - Conduzir uma mota - Aquela merda mete-me medo que nunca mais acaba e, sendo o meu corpinho o airbag na maioria das vezes... Estão a ver não estão?

4 - Deixar que maldigam a minha mulher, o meu filho ou os meus pais - Faz sentido não faz? Auto-explicativo.

5 - Praticar ballet - Tenho a graciosidade de um hipopótamo e a ligeireza de um elefante. Need I say more?

6 - Deixar de ser bem disposto - Recuso-me! E mais não digo... :)

7 - Sexo com um homem - Lamento. São quase 35 anos de convivência. Sou o melhor amigo de qualquer homem. Mas ficamos por aí. Não há nada que me possa fazer sentir sexualmente atraído por um homem enquanto houver mulheres neste mundo. 

8 - Mentir com o objectivo de prejudicar alguém - Outra auto-explicativa

9 - Permitir que o meu filho seja bully ou bullied - Sofri muitos anos de bullying. Os meus pais têm milhões de virtudes mas no que ao bullying diz respeito, fizeram muito pouco. Não me defenderam o suficiente. Felizmente consegui ser mais forte e hoje não me restam quaisquer marcas, estigmas ou paranóias. O meu filho nem vai provocar isso a ninguém nem vai ter o mesmo problema que eu. Nem que vá preso por dar uma tareia num chavalo qualquer que se arme ao pingarelho.

10 - Proibir o meu filho de praticar o/os desporto/os preferido/os dele - Outra crítica velada aos meus pais. As duas únicas que tenho... Fizeram tudo por mim, inclusivamente tirar-me do basket quando as notas baixavam, quando as notas baixavam por causa do ponto 9 e não por causa do basket. Olho para trás e aprendo com os erros deles, como qualquer filho deve fazer quando se torna pai.

Passar a 10 pessoas? Tomara eu que 10 pessoas leiam este testamento todo. Peguem, façam e depois informem-me!

2015/10/12

Uma noite com... DMB

Ontem foi dia de concerto de Dave Matthews Band. Os bilhetes, comprados desde Março, ardiam na gaveta onde estavam arrumados e todos os dias berravam para serem libertados. Alto e bom som! Ontem finalmente saíram à cena...

Quando cheguei ao Pavilhão Atlântico, meia hora antes da abertura dos portões, a fila para entrar era pequena. Quando entrei para o Balcão 1, foi fácil arranjar um lugar na primeira fila com vista priveligiada para o palco. As pessoas eram ordeiras e não eram assim tantas.

Às 20:15 o concerto começou. Tocaram uma hora e meia e disseram que iam fazer um intervalo e já voltavam. Voltaram passado cerca de 40 minutos, tocaram mais hora e meia, fizeram um encore de duas músicas e terminaram em alta, com o Ants Marching, uma das minhas músicas favoritas.

Resumindo e concluindo, aqueles 7 moços (Dave Matthews, violino, guitarra, baixo, trompete, saxofone e bateria) deram um concerto do camandro, com tudo aquilo a que temos direito, com todas as músicas mesmo boas, com direito a single novo e algumas pérolas, como o famoso "Sexy motherherfucker, shakin' that ass" em uníssono com o público. Faltou o "All Along the Watchtower" do Jimi Hendrix e/ou o "Love of My Life" do Santana, que são covers que eles costumam tocar e que me deixariam doido. Tornaria o concerto perfeito! Mas assim já foi espectacular, o melhor concerto da minha vida. Saltou por cima de Rammstein e Pearl Jam, facilmente. E agora lá está, milhas à frente dos outros, à desafiar as outras bandas que eu adoro a subirem o nível!


2015/10/09

Logo pela manhã

Diz-me a T que a Pipoca já tem o iPhone novo. Dado pela NOS em troca da respectiva publicidade.

Qualquer dia é deputada...

2015/10/06

O brilhantismo em letras...

É comprido, mas vale a pena! Maravilhosamente dissertado pelo meu grande amigo Manteiga. Mesmo à distância, directamente da Tailândia, uma análise brilhante e lúcida das nossas eleições. Não concordo com tudo, mas a análise dele está espectacular!

Legislativas de 2015: baralha e volta a dar.

Com os resultados das Eleições Legislativas de 2015, estamos perante um cenário que a imprensa internacional tem classificado de imprevisível: Portugal é o primeiro país a votar maioritariamente num partido (ou coligação) que sendo governo no anterior mandato, conduziu o país a severas medidas de austeridade para poder pagar um empréstimo requerido à nossa querida Troika. Tanto na Grécia como na Irlanda, os governos que assinaram estes acordos com o FMI ou Banco Central Europeu, acabaram por sofrer derrotas expressivas, mas em Portugal os eleitores gostaram tanto destas 50 Sombras de Grey, que estão dispostos a levar mais umas chibatadas nas nalgas durante uns anos...
As sondagens bem avisavam o que Portugal se preparava para fazer no regresso às urnas, mas alguns de nós teimávamos acreditar que tal resultado fosse possível. No entanto, eu julgo que este resultado vai trazer um período de incerteza no país que apenas o novo Presidente da República, a ser eleito em meados de 2016, poderá resolver.

Ora vejamos, tudo começa com o facto de que quase todos os partidos "ganharam" ontem, a julgar pelos comentários dos seus líderes. A coligação Portugal à Frente ganhou porque foi quem teve mais votos e terá mais deputados no hemiciclo (104 dos 230, faltando ainda apurar 4 provenientes de votos do Estrangeiro); O PS ganhou porque com este resultado a coligação Portugal à Frente não tem maioria absoluta; O Bloco ganhou porque conseguiu 19 deputados (mais de 10% dos votos, depois de ter estado em queda desde as legislativas de 2009); a CDU ganhou porque fica com mais 1 deputado do que tinha antes; O PAN ganhou porque conseguiu um inédito deputado pela primeira vez; o Livre ganhou porque obrigou a um diálogo e uma convergência à esquerda (mas só até descobrir que afinal não iam eleger o deputado por Lisboa); e todos os outros foram ganhando mais ou menos durante a noite.

Bom, eu tenho para mim que a grande maioria destes partidos acabou por sair derrotado. A coligação PSD/CDS termina este acto eleitoral com menos 700 mil votos que em 2011 e sem muito por onde escolher em termos de parcerias governativas; O PS não conseguiu capitalizar o descrédito no Governo PSD/CDS que o eleitorado português demonstrou nas Europeias (onde só conseguiram 27%) e foi sempre a cair nas intenções de voto desde que António Costa assumiu a liderança (nem sequer vão ter mais deputados que o PSD); À CDU eu esperava uma votação muito mais significativa, mas acabou por ter quase o mesmo número de votos de 2011, o que leva o PCP a ser o 5º partido em termos de deputados na Assembleia; O Livre, com toda a aposta em propaganda e tempo de antena dado pela comunicação social, acabou sem deputados e com metade dos votos que teve nas Europeias  (onde houve menos 2 milhões de votantes do que nestas Legislativas); Marinho e Pinto não conseguiu aproveitar a boleia do "voto de raiva" que os Portugueses lhe deram nas Europeias (mais de 7% no MPT) e o PDR acabou vítima do voto útil, depois de apregoar ser uma alternativa ao "centro"; A coligação Agir ficou com pouco mais de 20 mil votos apesar da tentativa de grande cartada ao pôr a sua cabeça de lista por Lisboa toda nua na capa de uma revista. Se há vencedores desta eleição, julgando pela frieza dos números e pelas expectativas criadas pelas sondagens, são eles o Bloco de Esquerda e o PAN.

Agora, em Portugal toda a gente sabe que não se consegue governar sem maioria absoluta. Cavaco Silva levou com uma moção de censura em 1986 e nós com 2 maiorias absolutas do PSD, Guterres tentou através do diálogo (ou seja, não se fez muito) e acabou a comer queijo Limiano, Sócrates em 2009 não conseguia fazer passar PECs nem orçamentos de Estado, e tenho muitas dúvidas que Passos Coelho consiga manter um governo activo durante 4 anos. O Pedrinho não é muito de dialogar e, apesar de no discurso de ontem ter dado uma mão ao PS, duvido muito que António Costa se alie num Bloco Central (é demasiado orgulhoso para isso e o PS perdia a pouca vergonha que ainda tem). Ora, quando se começar a discutir o orçamento de Estado, as primeiras bujardas vão aparecer e, eventualmente, o Presidente da República vai estar sob pressão para demitir o Governo. Fala-se que uma super coligação de Esquerda poderia surgir mas PS/BE/PCP têm tantas diferenças e já tiveram tantas oportunidades no passado, que não me parece que tal aconteça. Resta dissolver a Assembleia se as comadres não se entenderem, mas como nos últimos 6 meses de mandato o Presidente não pode fazê-lo, teremos de esperar pela eleição do sucessor de Cavaco Silva. Vai ser um baralha e volta a dar para os Portugueses decidirem novamente e temo que a história se repita como em 1987.

Quanto a estas eleições, julgo que a abstenção, que tem vindo a subir ao longo das legislativas, deve ser devidamente analisada. Não faz muito sentido que hajam 4 milhões de eleitores inscritos que não votam e há com certeza acções que podem ser tomadas para ajudar a reduzir o problema. Há que criar um sistema que ligue o cartão do cidadão ao cartão de eleitor para que actualizações automáticas substituam as actuais revisões dos cadernos eleitorais. O processo actual é demasiado burocrático e demorado, principalmente para quem está no estrangeiro. É necessário registar no consulado, depois alterar a morada do cartão do cidadão e depois então fazer o recenseamento, isto 60 dias antes do acto eleitoral. A exemplo, a secção consular na Tailândia não tem a possibilidade de renovar o cartão de cidadão, que terá de ser feita em Portugal. No meu caso particular, que vou a Portugal 2 vezes por ano, o processo levaria uns 8 mesinhos. Tudo isto para poder exercer o meu direito de votar. E eu tenho a sorte de viver numa cidade com uma secção consular eficiente, pois nem quero imaginar nos casos em que o tratamento da documentação tenha de ser feita à distância.

Assim se justifica que estejam recenseados apenas 242.526 portugueses nos círculos do estrangeiro e que hajam taxas de abstenção como as das Legislativas de 2011, com 83% e das Europeias de 2014, com 98%! Outra agravante é que como o voto é enviado por correspondência, existem uma série de procedimentos a seguir para se poder votar com sucesso, procedimentos estes caso não sejam criteriosamente seguidos, serão considerados votos nulos. Se porventura te enganares no boletim, a CNE sugere o seguinte: fazer cruzes em todos os quadrados e enviar na mesma. O número de votos nulos em 2011 no estrangeiro foram de 4697, o que corresponde a cerca de 14%. E tenho a certeza que nem todos foram com desenhos de pilas. De todos os Portugueses que conheço a viver no estrangeiro, gostaria de saber quantos tiveram a oportunidade de votar nestas eleições, tendo em conta o que custa para exercer o seu direito. Fora da Europa existem os círculos eleitorais de África do Sul, Brasil, Canadá, EUA, Restantes países da América, Restantes países de África e finalmente Países da Ásia e Oceânia (onde eu e a Rafaela estamos inscritos). Vale uma garrafa de vinho a quem acertar no meu número de eleitor, tendo em conta que me recenseei no dia 30 de Julho.

Outra coisa a mudar, mas que terá de ser da responsabilidade dos partidos, será a forma de fazer campanha. Eu não tive oportunidade de seguir afincadamente a campanha eleitoral este ano, mas o pouco que vi limitou-se a sessões de apontar o dedo uns aos outros. Pouco se fala do que se quer para o país e as redes sociais acabam por ser um palco de injúrias proferidas entre os vários lados da barricada. Os posts do facebook e outros demais, revelam que afinal nós somos todos anormais, analfabetos, ingénuos, sado-masoquistas, fascistas, comunas duma figa, marcianos, cassetes, gatunos, cabrões e filhos da outra. Resume-se a isto a nossa política hoje em dia. E em grande maioria se deve à falta de conteúdo nos argumentos que são esgrimidos pelos nossos representantes (e aspirantes ao hemiciclo). Não é por falta de opção que as pessoas se deixam ficar em casa a ver a bola, porque desta vez tivemos 19 partidos diferentes (uns coligados, outros não) a concorrer às Legislativas. É mais pela falta de critério e credibilidade. Ainda vemos os nossos políticos da maneira errada: o Sócrates de 2005 era um grande homem, por isso se votava nele (não no PS), mas em 2015 não voto no PS porque andou cá o Sócrates mafioso e o Costa é amigo dele. E é em torno disto que gira a nossa campanha.

No final, o pessoal acaba por não despender 5 minutos a tentar perceber o que cada um propõe. Eu não quero aquilo que o PSD/CDS disseram que irão fazer, discordo de muitas das acções a que se comprometem porque ainda acredito que o Estado deva ser um mecanismo de redistribuição de riqueza e potenciador de uma economia estável e com consciência social. Estou me cagando que o Relvas seja um pelintra e que o Sócrates tenha feito o Inglês técnico em 2 dias. Agora, quem prejudica este mecanismo do Estado social para proveito próprio deve ser julgado atempadamente e é por isso que os Tribunais são um dos pilares da nossa Constituição. José Sócrates ou Paulo Portas têm de ser julgados e tomados como exemplo de que quem lesa o Estado (e consequentemente eu e tu) não passa impune. E que não estejam cá para ensombrar as próximas eleições, pois é isso que faz os portugueses votar sempre nos mesmos, ora uma vez à esquerda ora à direita, dependendo onde está o mau da fita. Espero que todos os Portugueses tenham a consciência tranquila e que se lembrem daquilo que lhes foi prometido por cada um dos partidos e que levou à sua escolha, e que antes das próximas eleições faça um balanço do que aconteceu. Eu tenho a minha bem limpa, de quem escolhe aquilo em que acredita e que até agora não me desiludiu, com a esperança que um dia seja capaz de alcançar a governação e mostrar ao país que a obra feita e a confiança depositada de muitas autarquias não são um mero outlier numa estatística que dá sempre os mesmos resultados.

2015/10/05

O meu amor faz anos

Há pouco mais de dois anos, uma mulher "empurrou" a minha mãe para o lado e sentou-se ao lado dela no trono de mulher mais importante da minha vida. Eu nessa altura ainda não sabia, mas depois descobri que é possível alguém amar-nos tanto como nós amamos outra pessoa. Também ainda não me tinha apercebido de que era suposto sermos correspondidos, tanto em quantidade como em qualidade, à vontade de estar com a outra pessoa. Era-me desconhecido que alguém que não os nossos pais nos pudesse conhecer tão bem e tão rápido, tão sem esforço e com um tão intenso fulgor. Passava-me ao lado que tudo pudesse ser tão certo com tão pouco esforço.

No entanto, tudo isso é verdade. Essa mulher, que hoje cumpre xx Primaveras (poucas...), fez com que eu visse a vida de outra forma, que começasse a olhar para as mulheres de outra forma e que finalmente, depois de muitos anos a marrar nas paredes, me mostrasse que quando não tem que dar certo, mais vale estar sossegadinho num cantinho à espera que passe e, acima de tudo, que só porque no passado nos fizeram mal, nos deixaram transtornados e nos partiram o coração, não há duas pessoas iguais e isso não é garantia de que nos vá acontecer tudo novamente. Podemos largar os calhaus que trazemos na mão caso nos tentem magoar outra vez e em vez disso pegar no coração que nos estão a entregar para guardar e colocá-lo ao lado do nosso, no peito.

Sem medos, confiante e sem dar cavaco a ninguém, entraste pela minha vida dentro, mudaste-me para a tua casa para ficar pertinho de ti, aconselhaste-me a arrendar a minha casa para não ficar a ganhar teias de aranha e acalmaste (quase) todas as minhas fúrias. Fazes de mim um homem melhor, um Pai mais responsável e um ser humano mais consciente. Deste-me o homem que deu um pontapé no rabo do meu pai e o destronou para segundo lugar na lista de homens da minha vida. A ti devo tudo isto.

Para ti, minha T, espoosa amada e pessoa adorada, esta pequena homenagem. Muitos parabéns meu amor. Neste dia infelizmente tão complicado para mim, desejo-te um feliz aniversário, junto dos que mais amas (eu incluído, claro), cheia de alegria e coisinhas boas, com muitas e boas prendas, com boa comida, melhor bebida e gargalhadas mil.

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